quinta-feira, 21 de março de 2013

Um Presente aos Mestres de Harmonia

A cerca de 3 anos, venho desenvolvendo um software para a “Harmonia”  de Lojas Maçônicas, usei como modelo as antigas cartucheiras de Rádios FM. A facilidade de uso é um dos seus pontos fortes, você pode criar seu repertório para os diversos tipo de sessões como Aprendiz, Magna, etc.  além de criar  álbuns Personalizados; Conta com controle de volume, avanço rápido, luz de cortesia, ponto de inicio, arraste e solta entre outras funções que ao poucos vou publicando aqui no Blog.





Tenho disponibilizado cópias a Irmãos das diversas cidades de minha região, e seguindo o espírito de fraternidade de nossa ordem resolvi disponibiliza-lo a todos através do Blog Maçom de Guariba.



Instruções para a Instalação



Ao clicar em DOWNLOAD, abrirá um nova janela do MEGA pedindo autorização para efetuar o download do arquivo Harmonia.rar, aguarde até o final, após descompacte o arquivo criando uma nova pasta no diretório desejado,  tecle “Bandeirinha+E”, localize a pasta “Harmonia” criada, dentro dela “Hamonia.exe”, clique com o botão esquerdo do mouse para criar um atalho na área de trabalho. Pronto agora é com Você...



Conexão


Eu utilizo o antigo sistema de som de minha loja, coloco o divisor na saída do Notebook, conectando ao auxiliar do amplificador de som, e a outra saída para um fone de ouvido, simples assim.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012


Obrigado Senhor por nos ter permitido atravessar mais um tempo em nossas vidas, mantendo-nos firmes em nosso desiderato de “Tornar Feliz a Humanidade”. Foi difícil? Quase irrealizável? A resposta está em Goethe:

"Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o Universo conspira a seu favor".

Expressar gratidão eleva nosso espírito, nos aproxima do Sagrado e faz renascer o Divino que habita cada um de nós, seja qual for nossa confissão de fé, pois Ele reside na Esperança, no Amor, na crença e no desejo de fazer o outro feliz.

Envolvidos pelo mistério da Ressurreição, aproximamo-nos da conclusão de mais um ciclo existencial. É tempo de reavaliar nossos propósitos e expressar de forma contundente nossa Fraternidade, nossa Solidariedade para com todos, fazendo de nossos exemplos o norte para as mudanças que pretendemos implementar na Sociedade. Venham ou não os resultados externos, nossa consciência tem que estar tranquila.

Ao reverenciar, em mais este Natal, o mistério da chegada do Mestre dos Mestres entre nós, possamos sentir verdadeiramente o quanto Ele tem sido benevolente para com todos; possamos entoar louvores ao G.·.A.·.D.·.U.·. por essa graça.

Que a Luz Renovadora deste Natal possa nos guiar em busca das oportunidades que o Ano Novo nos trará.


Essa é a mensagem de fim de ano dos Irmãos Maçom de Guariba

quinta-feira, 29 de novembro de 2012


O Segredo é Saber Como Morrer.

Invariavelmente, tenho por costume em minhas oratórias, ilustrar as mesmas com uma frase, pensamento ou alguma citação feita por algum filósofo ou escritor cuja sapiência seja por demais inconteste que a mera síntese da frase esclareça o tema sem a necessidade de se prolongar a fala.

Como o tema desta noite é por demais delicado, e por que não dizer, de difícil tratativa, resumirei aqui os ensinamentos do Grau de Mestre Maçom na frase contida em um dos livros do escritor norte-americano Dan Brown, autor de diversas obras literárias de sucesso mundial, dentre elas o famoso "O Código Da Vinci", que em seu último livro, intitulado "O Símbolo Perdido", que tem como tema de fundo a maçonaria, inicia o primeiro capítulo com a seguinte frase:

"O segredo é saber como morrer." 

Pronto. É esse o tema de hoje: a morte! E aí, vocês estão preparados?

(...   .’.   ...) 

A Morte é um dos maiores mistérios da vida, se não for o maior deles. Justamente por ser um mistério, ela é temida pela grande maioria das pessoas. A temática da morte está presente em todas as formações religiosas, devido a obscuridade que a envolve. Blaise Pascal dizia: "Tudo o que sei é que devo morrer em breve; mas o que mais ignoro é essa mesma morte, que não saberei evitar".

Para pensarmos na morte, devemos ter em vista que a mesma comporta vários níveis de interpretação e de compreensão desde o mais básico, como o biológico quando um ser vivente atinge um nível de desorganização em que ocorre a cessação dos processos vitais, passando pela simbólica podendo ser sócio-cultural, envolvendo os processos de se morrer, até a morte no sentido mais metafísico que é a morte espiritual.

A questão por si só nos causa tanto medo, que passamos a maioria da vida, e por que não dizer a vida toda, fingindo que ela não existe. Mas ela existe. Evitamos tocar no assunto, geralmente deixando discussões mais acaloradas para filósofos, religiosos ou estudiosos. Voltaire manifestava-se, ainda enfermo, quase moribundo, bradando inconformado: "Aproximo-me suavemente do momento em que os filósofos e os imbecis têm o mesmo destino."

Um belo dia, porém, quando menos se espera, ela chega bem perto de nós. Somos obrigados a encará-la de frente, em geral isso acontece quando ainda somos crianças, aos poucos, vemos partir nossos avós, tios, pais, irmãos, parentes, vizinhos, amigos, isso quando a natureza não resolve atropelar a ordem natural das coisas e muda tudo nos tirando do convívio pessoas que julgamos inaptas para morrer. Mas afinal, quando é a hora certa de se morrer? 

Relembro-vos: "O segredo é saber como morrer." 

Alguns, julgando-se suficientemente esclarecidos diriam que o segredo não é saber como morrer, mais sim saber como viver. Como se alguém, de alguma maneira, em infinita sabedoria, pudesse escolher a vida que outro queira, ou possa levar. Ledo engano. Cada um é senhor do próprio destino. Ninguém é dono da vida de outrem.

Mas talvez, para sabermos como morrer, devamos sim saber dar sentido à nossas vidas. E o que dá sentido à nossas vidas, senão o amor, a amizade, a devoção à um Ente Supremo, a caridade, a esperança, a vida em harmonia, a paz interior, enfim, a busca da felicidade? Honoré de Balzac dizia que: "O homem morre a primeira vez quando perde o entusiasmo".

Sócrates, filósofo grego, a 4 anos a.C., condenado a tomar cicuta, manteve uma serenidade única que talvez tenhamos que aprender à aprimorar, já que morrer é o destino que nos aguarda em futuro incerto, mas inevitável. Segundo ele, a morte em nenhuma hipótese poderia ser um mal, ou seria um sono profundo, sem sonhos, ou a passagem para outro mundo, outra dimensão, onde talvez possamos reencontrar todos aqueles que partiram antes de nós, e que nos são queridos. Convenhamos, até para o mais convicto dos ateus, a lógica de Sócrates, o Pai da Sabedoria, é irrefutável!

Estas considerações mostram que nós devemos criar nosso próprio sentido para nossas vidas, independentemente de essas vidas servirem ou não a um propósito maior. Se há ou não vida pos mortem só saberemos após morrermos. Tão óbvio e tão ululante, como diria Nelson Rodrigues. Se nossas vidas têm ou não sentido para nós depende de como as julgamos. A ausência ou presença de algum propósito superior é tão irrelevante quanto a finalidade da morte. A alegação de que nossas vidas são, “em última análise”, inúteis, não faz sentido, porque elas teriam ou não sentido independentemente do que fizéssemos. Questões sobre o sentido da vida são questões sobre valores. Nós atribuímos valores para coisas na vida em vez de descobri-los. Nada tem valor por si só. Nós é que valoramos as coisas. Não pode haver outro sentido na vida senão aquele que criamos para nós mesmos, pois ninguém pode atribuir valores para todas as coisas por nós. 

O que faz nossas vidas terem sentido é acharmos que as atividades que fazemos valem a pena. Nossa determinação para levar adiante projetos que criamos para nós mesmos dá sentido às nossas vidas. Sentimos que a vida é inútil quando a maior parte dos desejos que julgamos importantes é frustrada. Achar nossa vida importante ou não depende de quais objetivos importantes são frustrados. O julgamento que fazemos de nossas vidas nestes pontos é igualmente independente de a vida ser ou não eterna ou de ela fazer ou não parte de um propósito maior. Talvez o segredo de uma vida com sentido seja dar importância a aqueles objetivos que podemos atingir e minimizar aqueles que não podemos, desde que saibamos a diferença entre eles.

(...   .’.   ...) 

Em resumo: "O segredo é saber como morrer." 

Agora sois Mestres Maçons, devidamente investidos das prerrogativas que o grau lhes concede. Doravante podereis votar, ser votado, ocupar cargos, desempenhar funções, etc. Mas já provaram serem preparados para a vida maçônica pelo comprometimento que demonstraram desde suas iniciações.

Comprometer-se é mais que estar envolvido, interessado, obrigado, responsabilizado. É botar paixão no que faz, dar sempre o “algo mais”, se destacar apresentando diferentes soluções, aliando empenho, iniciativa e criatividade. Em suma, é saber dar sentido à vida. E como aprendemos hoje, saber dar sentido à vida é o primeiro passo para se descobrir o segredo de saber como morrer.

Desejo de todo coração que vocês descubram o segredo se saber como morrer. Mas que vossas vidas sejam infinitamente longas, longas o suficiente para descobrirdes.
M.’. M.’. PAngelis
28/11/12

sábado, 22 de setembro de 2012


A BANDEIRA DO MUNICÍPIO DE GUARIBA

1- Síntese Histórica da Criação da Cidade de Guariba e Destaques Fáticos.
Para iniciar o trabalho acerca da Bandeira do Município de Guariba, primeiro, temos que verificar e analisar alguns aspectos históricos da fundação de Guariba, inclusive, como uma forma de homenagear esta Cidade em razão da proximidade da data de seu aniversário e por se tratar do mês de sua comemoração.

Guariba foi fundada em 21 de setembro de 1895, juntamente com a Capela de São Matheus, através do seu co-fundador Raphael da Silva Sobrinho, Bacharel em direito da Faculdade Largo do São Francisco, onde atualmente está situada a Escola Prof. Barros. Ainda colaboraram e atuaram de forma efetiva para a fundação do povoado local, os Ilustres Evaristo Vaz de Arruda, Joaquim Matheus Correa e Victor Manoel de Oliveira, que realizaram doações de terras que perfizeram os quarteirões da imediações da futura Estação de trem.

Esse nome foi estabelecido em razão da grande quantidade de animais da espécie de macacos denominados “Guariba” que habitavam a Região onde o povoado iniciou.
A fundação do povoado visava facilitar o escoamento da produção agrícola da época, cuja cultura predominante era o café, pois havia grandes distâncias entre as cidades predominantes da época, basicamente (Araraquara e Jaboticabal). Contudo, a linha férrea chegou a Guariba advinda do percurso de Araraquara e interligando-se a Jaboticabal.
Guariba prosperava por conta do clima e da terra roxa, produtivos e ideais, para o cultivo agrícola, porém era Distrito de Jaboticabal.

Em 15 de outubro de 1900 foi criada e instalada a Paróquia de São Matheus do Guariba.
Mas, a partir de 1916 iniciou o movimento político de emancipação do então Distrito.
O Governador Dr. Altino Arantes sancionou a Lei nº 1.562 que havia sido decretada pelo Congresso Legislativo, promulgando-a em 06 de novembro de 1917, criando-se o Município de Guariba na Comarca de Jaboticabal. Em 10/04/1918 houve a efetiva instalação do Município.

Adveio o ano de 1929 e consigo a denominada “Crise do Café” que gerou inúmeros prejuízos ao País, a Região e a cidade de Guariba, que tinha como cultura predominante o cultivo do café, tudo por conseqüência da “queda da Bolsa de Nova York”.
Foram tempos difíceis em que imperava a instabilidade financeira e bélica, implicando diretamente no desenvolvimento da Cidade, o que predominou até 1948.
Assim, a partir de 1948 iniciou-se a implantação da nova cultura agrícola na Região e na Cidade, ano em que houve a inauguração da Usina São Martinho. Essa inauguração ocorreu no Dia de São João (junho/1948), com a produção de 50.000 sacos de açúcar. No mesmo ano, 1948, também foi construída a Usina Bonfim. Em 1º de maio de 1961 foi inaugurado o Guaribinha Clube. No ano de 1965 ocorreu a inauguração do Correio.

Cabe ressaltar que, no ano de 1968, em 25 de Novembro foi decretada a criação do Brasão de Armas do Município e a sua respectiva Bandeira, através do Projeto nº 41/68 que se concretizou na Lei nº 415/68, sancionado pelo Prefeito da época Sr. Ernesto de Angelis.

A partir de 1977 passou-se a produção do álcool, projeto do Governo Federal, denominado de Proálcool – Programa Nacional do Álcool, para desenvolvimento de combustível sustentável e para a produção de carros à álcool, tendo em vista os elevados preços dos barris de petróleo.

Aos 15 de maio de 1984 houve um fato marcante para a história do Município, que consistiu na “greve” dos “bóia frias” da cidade de Guariba, que culminou com a conquista de vários direitos dos trabalhadores rurais. Esse fato foi tão marcante para o Município que teve cobertura em rede nacional e internacional, inclusive, pela impressa norte americana.  

Em 17 de maio de 1984 foi assinado um Acordo Coletivo de Trabalho, que foi denominado de “Carta de Guariba”, na qual foram estabelecidos direitos mínimos dos trabalhadores rurais, o qual passou a ser utilizado como parâmetros das relações de trabalho dos trabalhadores do campo na Região e em todo o Território Nacional.

A partir de 15 de novembro de 1988, após a promulgação da Constituição Federal, foram realizadas as eleições, conhecidas também como “Diretas Já”, em que o povo escolhia os seus representantes através do voto.

O primeiro Prefeito empossado após esse período foi o Sr. Paulo Mangolini, que teve como seu vice o Sr. Dario Pimenta Rocha.

Com todos esses anos, Guariba cresceu geográfica, populacional e economicamente, tornando-se a “terra do açúcar e álcool”, sendo conhecida ainda, como a “Cidade Primavera”, pois a data de sua fundação coincide com a proximidade da data de início da estação das flores, “a Primavera” e também com o “Dia da Árvore” (Festa Anual das Árvores).

2- A BANDEIRA DE GUARIBA
A Bandeira do Município de Guariba foi criada em 25 de Novembro de 1968, através do Projeto de Lei nº 41/68, que derivou a Lei nº 415/1968, daquela data, tendo sido sancionada pelo Prefeito Municipal, Exmo. Sr. Ernesto de Angelis.
A criação da Bandeira do Município teve a autoria do Dr. Wallace de Oliveira Guirelli, advogado, heraldista e especialista em medalhística.
(O Heraldista realiza a arte e a ciência de descrever os brasões de armas, descrevendo-o primeiro para depois desenhá-lo, de tal modo que todos os desenhos sejam realizados iguais, sem nenhuma distinção; Assim, a arte de desenhar um brasão se dá o nome de “brasonar”, pois após a leitura das descrições realizadas pelo “heraldista” desenha-se o brasão. A medalhística, consiste no estudo das medalhas).

A Bandeira de Guariba corresponde ao mesmo desenho do Brasão de Armas deste Município, porém a Bandeira possui apenas uma diferença, a qual consiste na sobreposição do Brasão a um retângulo de cor amarelo ouro ou dourada.

Assim, passamos a analisar, em “linguagem comum”, a Bandeira Municipal, cuja idealização está interligada com a história do Município, facilitando a compreensão e os episódios industriais, culturais, religiosos, enfim, aspectos locais que idealizaram a sua criação, conforme veremos a seguir:

2.1- A BANDEIRA
O FUNDO DA COR DE OURO: A Bandeira do Município tem como fundo a cor de ouro, que representa a riqueza da Região, decorrente da sua produção e desenvolvimento, além da sua prosperidade e virtudes (qualidades).

O ESCUDO: O Escudo é chamado de “português antigo” ou “português clássico”, ou ainda, “flamengo ibérico”, pois possui formato retangular na parte posterior e arredondado na parte inferior. Essa forma quadrangular e arredondada decorreu do estilo “Lusitano” utilizado à época dos descobrimentos em “Portugal”, de onde originou, basicamente, Nossa língua, costumes e desenvolvimento.
A cor desse ESCUDO é em “blau”, expressão heráldica, de origem francesa, utilizada para fazer referência a cor azul, cujo significado consiste na “perseverança, dignidade e serenidade”. O escudo é o campo condigno a receber as configurações históricas e topográficas do Município.

FAIXA PRATEADA: O Escudo apresenta no centro uma “faixa ondada diminuta, de prata, aguada do campo”. A faixa é da cor “prateada” porque na heraldica representa a paz, o trabalho, a prosperidade, a amizade, presentes desde os primórdios do Município.
Essa “faixa da cor prata” é “ondada diminuta, aguada do campo”, porque contém pequenas ondas da cor azul igual a superfície do Escudo, pois representam a hidrografia do Município, especialmente, o Rio Mogi Guaçu, que cortava o Município, assim como ao Rio Guariba, cuja nascente é a sede do Município.

PALMEIRA: No interior do Escudo apoiada sobre a faixa prata há uma palmeira cor de ouro. A palmeira refere-se aos vegetais da espécie dos coqueiros.
Na Bandeira do Município foi introduzido, porque simboliza a espécie de plantas “Macaúbas” abundantes na Região e que denominava a Fazenda de propriedade da Sra. D. Constância  Delphina da Conceição, que contribuiu com as suas terras para o início da formação do povoado que, posteriormente, transformou-se no atual Município.

ÂNCORA: Na parte inferior da “faixa prateada” há uma âncora, também na cor de ouro, que simboliza o “Porto Pinheiro”, existente na época, à margem do Rio Mogi Guaçu, e que possibilitava a travessia do Rio de uma margem à outra, através de balsas.

CADEIA DE OURO ROTA: simboliza o episódio Local mais importante, o qual consistiu na emancipação de Guariba em relação a Jaboticabal, elevando-se a Município. 
Essa corrente com “elos partidos” demonstra claramente a independência adquirida pelo Município com a sua emancipação.
A cor de ouro da Palmeira, da âncora e da “cadeia rota” tem por objetivo a harmonia, a estética e a beleza da combinação entre a cor de ouro e o azul do escudo. Essa combinação representa a riqueza, a grandeza, a virtude e o poder da cidade.

OS SUPORTES: O Escudo é sustentado por dois suportes, um à destra e outra à sinistra, ou seja, um à direita e outra à esquerda, ambos compostos por um ramo de café frutificado, acompanhado por uma haste de cana, ambos na sua cor, passados em aspas nas pontas, representando assim, as culturas predominantes no Município, primeiro o café, e, atualmente, a cana-de-açúcar. A expressão “passados em aspas na ponta”, significa entrelaçados na ponta abaixo do Escudo.

AS TORRES PRATEADAS: Sobre o Escudo encontram-se as “torres prateadas”, contendo cada qual a sua porta. São ao todo oito torres, das quais são visíveis três torres inteiras e duas pela metade, haja vista que representam “A COROA”, que é de caráter circular e situa as outras três torres na sua parte traseira. Essas torres possuem “denteadas entre si” reentrâncias da muralha, que eram utilizadas pelos soldados para disparos bélicos.
A Torre Central possui um escudete da cor “blau” (azul) acima da sua porta, o que representa o elemento religioso. Esse “escudo pequeno” contém um “rolo de papiro da cor prata, desenrolado, carregado de uma pena de sable”, ou seja, sobre o papiro há uma pena de escrever na cor preta. Esse rolo de papiro tem como atributo a iconografia cristã (arte da pintura dos ícones religiosos), sendo um atributo ao padroeiro do Município, São Mateus Evangelista. 

OS TRILHOS: Ainda na parte inferior do Escudo, verifica-se os “trilhos da estrada de ferro”, cujo símbolo resulta dos trens e das suas estradas que foram instalados pela Companhia Paulista de Ferro, no ano de 1892, às Margens do Rio Guariba, aproximando as cidades da Região (inclusive, Jaboticabal e Araraquara), o que culminou na criação do povoado que derivou o Município de Guariba.

O LISTEL: Há, concomitantemente, à “estrada de ferro” “UM LISTEL”, na cor azul (blau), da mesma cor do escudo, contendo a denominada “divisa” na cor prata, que corresponde ao “escrito”. Esse listel é na cor azul e prata, pois tem que harmonizar-se com o Escudo.
A DIVISA, isto é, o escrito foi realizado em “latim”, referindo-se a “língua mãe”, dando-lhe universalidade e eternidade, de modo a dificultar a sua modificação e a perda do ideal.

“PROPOSITUM CONDITORUM NON DEFUIT”, que significa “O IDEAL DOS FUNDADORES NÃO ESMORECEU”, portanto, expressa o ideal do povo de Guariba.

3- CONCLUSÕES:
CONCLUSÃO: A criação de Guariba teve como principal causa a diminuição da distância entre as cidades de Araraquara e Jaboticabal e o desenvolvimento do interior da Região, de modo a aumentar a sua capacidade produtiva e econômica. Por isso, devemos fazer por Guariba o melhor Local para viver, com qualidade de vida, trabalho, lazer, paz, fraternidade e justiça, sem jamais “esmorecer os ideais da sua fundação”, que sempre foram o crescimento e o desenvolvimento, através da riqueza produzida pela sua terra, possibilitando aos seus “urbes” a dignidade humana. 

Trabalho de
Fernando Scuarcina
21 de Setembro de 2012.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Passos que Salvam


Hospital de Câncer de Barretos conta com Guariba

O Hospital de Câncer de Barretos lançou ontem (13) no anfiteatro do Hospital Regional de Guariba, o projeto Passos que Salvam. Trata-se de uma caminhada, na qual para participar as pessoas compram uma camiseta e um squeeze no valor de R$ 20,00. A renda será revertida para o HC. O evento acontece no dia 25 de novembro, tem como objetivo uma caminhada que acontecerá em mais de 20 cidades da região. O projeto lança  a Conscientização para prevenção precoce do câncer infanto-juvenil. A meta é arrecadar fundos para construção de uma sala de cirurgia moderna no hospital infantil.

Hoje o Hospital de Câncer Infanto-Juvenil é uma realidade. Tem 27 leitos, ambulatório, salas de infusão separadas por faixa etária, atendimento 24 horas, laboratórios de emergência. Uma quimioteca que une clínico a atividades de recreação e cultura conforme a possibilidade de cada paciente.

A unidade tem também um centro de entretenimento, anfiteatro, casa da cultura e brinquedoteca. A Casa da Cultura terá sete projetos diferentes destinados aos pacientes e acompanhantes, com oficinas de música, dança, teatro, fotografia, informática, entre outros.