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domingo, 27 de março de 2011

Texto de Fernando Pessoa sobre a Maçônaria !

Este é um trecho do artigo que Fernando Pessoa publicou no Diário de Lisboa, no 4.388 de 4 de fevereiro de 1935, contra o projeto de lei, do deputado José Cabral, proibindo o funcionamento das associações secretas, sejam quais forem os seus fins e organização.

A Maçonaria compõe-se de três elementos: o elemento iniciático, pelo qual é secreta; o elemento fraternal; e o elemento a que chamarei humano – isto é, o que resulta de ela ser composta por diversas espécies de homens, de diferentes graus de inteligência e cultura, e o que resulta de ela existir em muitos países, sujeita portanto a diversas circunstâncias de meio e de momento histórico, perante as quais, de país para país e de época para época reage, quanto à atitude social, diferentemente.
Nos primeiros dois elementos, onde reside essencialmente o espírito maçônico, a Ordem é a mesma sempre e em todo o mundo. No terceiro, a Maçonaria – como aliás qualquer instituição humana, secreta ou não – apresenta diferentes aspectos, conforme a mentalidade de Maçons individuais, e conforme circunstâncias de meio e momento histórico, de que ela não tem culpa.
Neste terceiro ponto de vista, toda a Maçonaria gira, porém, em torno de uma só idéia – a "tolerância"; isto é, o não impor a alguém dogma nenhum, deixando-o pensar como entender. Por isso a Maçonaria não tem uma doutrina. Tudo quanto se chama "doutrina maçônica" são opiniões individuais de Maçons, quer sobre a Ordem em si mesma, quer sobre as suas relações com o mundo profano. São divertidíssimas: vão desde o panteísmo naturalista de Oswald Wirth até ao misticismo cristão de Arthur Edward Waite, ambos tentando converter em doutrina o espírito da Ordem. As suas afirmações, porém, são simplesmente suas; a Maçonaria nada tem com elas. Ora o primeiro erro dos Antimaçons consiste em tentar definir o espírito maçônico em geral pelas afirmações de Maçons particulares, escolhidas ordinariamente com grande má fé.
O segundo erro dos Antimaçons consiste em não querer ver que a Maçonaria, unida espiritualmente, está materialmente dividida, como já expliquei. A sua ação social varia de país para país, de momento histórico para momento histórico, em função das circunstâncias do meio e da época, que afetam a Maçonaria como afetam toda a gente. A sua ação social varia, dentro do mesmo país, de Obediência para Obediência, onde houver mais que uma, em virtude de divergências doutrinárias – as que provocaram a formação dessas Obediências distintas, pois, a haver entre elas acordo em tudo, estariam unidas. Segue daqui que nenhum ato político ocasional de nenhuma Obediência pode ser levado à conta da Maçonaria em geral, ou até dessa Obediência particular, pois pode provir, como em geral provém, de circunstâncias políticas de momento, que a Maçonaria não criou.
Resulta de tudo isto que todas as campanhas antimaçônicas – baseadas nesta dupla confusão do particular com o geral e do ocasional com o permanente – estão absolutamente erradas, e que nada até hoje se provou em desabono da Maçonaria. Por esse critério – o de avaliar uma instituição pelos seus atos ocasionais porventura infelizes, ou um homem por seus lapsos ou erros ocasionais – que haveria neste mundo senão abominação? Quer o Sr. José Cabral que se avaliem os papas por Rodrigo Bórgia, assassino e incestuoso? Quer que se considere a Igreja de Roma perfeitamente definida em seu íntimo espírito pelas torturas dos Inquisidores (provenientes de um uso profano do tempo) ou pelos massacres dos albigenses e dos piemonteses? E contudo com muito mais razão se o poderia fazer, pois essas crueldades foram feitas com ordem ou com consentimento dos papas, obrigando assim, espiritualmente, a Igreja inteira.
Sejamos, ao menos, justos. Se debitamos à Maçonaria em geral todos aqueles casos particulares, ponhamos-lhe a crédito, em contrapartida, os benefícios que dela temos recebido em iguais condições. Beijem-lhe os jesuítas as mãos, por lhes ter sido dado acolhimento e liberdade na Prússia, no século dezoito – quando expulsos de toda a parte, os repudiava o próprio Papa – pelo Maçom Frederico II. Agradeçamos-lhe a vitória de Waterloo, pois que Wellinton e Blucher eram ambos Maçons. Sejamos-lhe gratos por ter sido ela quem criou a base onde veio a assentar a futura vitória dos Aliados – a "Entente Cordiale", obra do Maçom Eduardo VII. Nem esqueçamos, finalmente, que devemos à Maçonaria a maior obra da literatura moderna – o "Fausto" do Maçom Goeth.
Acabei de vez. Deixe o Sr. José Cabral a Maçonaria aos Maçons e aos que, embora o não sejam, viram, ainda que noutro Templo, a mesma Luz. Deixe a Antimaçonaria àqueles Antimaçons que são os legítimos descendentes intelectuais do célebre pregador que descobriu que Herodes e Pilatos eram Vigilantes de uma Loja de Jerusalém.

Fernando Pessoa
PS
Fernando Pessoa, foi um poeta e escritor português.
É considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa, e da Literatura Universal, muitas vezes comparado com Luís de Camões. O crítico literário Harold Bloom considerou a sua obra um "legado da língua portuguesa ao mundo".[1]

O bode e a Maçonaria


Quem nunca ouviu falar que na Loja Maçônica os maçons tem um bode? E que este bode é utilizado para os mais terríveis fins….
Pouca gente sabe a verdadeira lenda por trás do bode. Como nossa intenção é levar fatos curiosos ao conhecimento de todos, através da literatura disponível, o Blog do Maçom reuniu os fatos que levaram a tal ligação: Bode x Maçonaria.
Conta-se que no inicio do Cristianismo, muito adeptos da nova religião foram dispersos pelo mundo afim de divulgar a nova crença e aqueles que estiveram na Palestina observaram que os Judeus tinham o costume de conversar ao pé do ouvido com os bodes, um animal muito comum naquela região. Após diversas tentativas, os cristãos descobriram que esta era uma forma de expiação dos erros, ou seja, sempre que cometiam algum erro, os Judeus contavam suas faltas ao bode e este como na fala, manteria o segredo das faltas cometidas.
Mais tarde, quando a Igreja começou a perseguir aqueles que não eram partidarios de suas crenças, os maçons foram alvo e vitimas desta perseguição. Por mais terríveis que fossem os métodos utilizados, os maçons não delatavam seus irmãos, a ponto de um dos inquisitores dizer que estes (os maçons) se pareciam com bodes, pois nada falavam, nada lhes era retirado.
É fato, que mais tarde, alguns ocultistas associaram o bode a todo tipo de energia negativa, gerando confusão na cabeça daqueles que não conhecem a lenda, porém estes fatos historicamente não se corroboram.
O bode, nada mais é que um símbolo do segredo, tão caro ao maçom. Grande parte da pesquisa sobre este tema, vem do reconhecido pesquisador maçônico José Castellani.
Eterno Aprendiz.

“G” a Letra Sagrada da Maçonaria

“Alguns autores maçônicos são unânimes em afirmar que a letra G é, sem contestação, um enigma maçônico, que sucintas interpretações e comentários alguns fantasiosos, porém constitui um verdadeiro mistério que nem os mais cultos e sábios Maçons conseguem decifrá-lo”. 


A letra G, é a sétima letra do nosso alfabeto, estudos concluem que pode ter vários significados:
Gravitação: É a força primordial que rege o movimento e o equilíbrio da matéria.

Geometria ou a Quinta Ciência: É fundamento da ciência positiva, simbolizando a ciência dos cálculos, aplicada à extensão, à divisão de terras, de onde surge à noção da parte que nelas a nós compete, na grande partilha da humanidade e dos direitos da terra cultivada.

Geração: É a vida perpetuando a série dos seres. Força Criadora que se acha no centro de todo ser e de todas as coisas.

Gênio: É a inteligência humana a brilhar com seu mais vivo fulgor.

Gnose: É o mais amplo conhecimento moral, o impulso que leva o homem a aprender sempre mais, que é o principal fator do progresso.

Glória: a Deus.

Grandeza: O homem, a maior e mais perfeita Obra da Criação. 

Gomel: Uma palavra hebraica entende-se, os deveres do homem para com Deus e os seus semelhantes.

No centro da estrela flamejante, também conhecida como pentagrama, vê-se a letra G. É indiscutível que a melhor significação é Gnose, ou seja, CONHECIMENTO.

O caráter homonial da estrela flamejante é a luz das fontes pitagóricas e das referências gregas e romanas, portanto é impossível negar ao símbolo o seu significado mágico, eis que Pitágoras se dedicava à magia.

Na segunda metade do século V de Roma que se inventou a letra “G” que, visivelmente, é uma simples modificação do “C”,que no latim , encontramos indiferentemente as formas como Caius ou Gaius, Cnoeus ou Gnoeus, uma com o mesmo valor fonético da outra.


G é a primeira letra do nome de Deus em países anglo-saxões como: Gott, na Alemanha; God, na Inglaterra e Holanda; Gud, nos países escandinavos e Gad na Síria e na Pérsia era Goda. Alguns autores parecem não ter percebido que todos os nomes Gott, God, Gud, Geração, Gravitação, Geometria, Gênio, Glória, Grandeza, etc.., começam realmente por G, na língua empregada por eles, porém traduzem-se por nomes que não se iniciam pela letra G em muitos outros idiomas. 
Os gnósticos (conhecedores ou clarividentes) possuidores da Gnose ou verdadeira ciência têm a mesma inicial. 

Gnosticismo é um sistema de filosofia religiosa cujos adeptos supunham possuir o conhecimentos completos, absolutos, transcendentes, da natureza e atributos de Deus. 

Wirth é de opinião que o significado da letra G vem das palavras GLÓRIA, GRANDEZA e GEOMETRIA, assim seria: Glória, para Deus; Grandeza, para o Venerável e Geometria para outros irmãos.

Em certos rituais, aparecem cinco significados diferentes da Letra G: Gravitação, Geometria, Geração, Gênio e Gnose.

A esta altura é necessário fazer a indagação: por que se contentar com esses cinco nomes, quando existem tantas palavras que começam pela letra G ?


Portanto a discussão em torno da letra G é um grande mistério a ser desvendado.

BIBLIOGRAFIA:
- A Simbólica Maçônica – Jules Boucher – Ed. Pensamento
- O Livro do Companheiro - Oswald Wirth

sábado, 26 de março de 2011

O Maçon Luiz Gonzaga e a Acácia Amarela

O Maçon Luiz Gonzaga e a Acácia Amarela. 


Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, foi membro da Maçonaria. O cantor foi iniciado em 1971, chegando ao grau de Mestre Maçon.

Em 1981, para homenagear a instituição da qual foi membro por anos, o pernambucano de Exu compôs em parceria com o também Maçon, Orlando Silveira, a música “Acácia Amarela”.


De acordo com o José Castellani em seu livro "Dicionário Etimológico Maçônico". No Egito, as acácias eram árvores sagradas e tinham o nome hieroglífico de shen; na Fraternidade Rosa-Cruz, ensina-se que a acácia foi a madeira usada na confecção da cruz em que Jesus foi executado; segundo o Tabernáculo hebraico, eram feitos de madeira de acácia: A Arca da Aliança (Êxodos, 25 - 10), a mesa dos pães propiciais (Êxodo, 25 - 23) e o altar dos holocaustos (Êxodo, 27 - 1). Na maçonaria, além de ser o símbolo da Grande Iniciação, representa, também, a pureza e a imortalidade, além de ser o símbolo da ressurreição, por influência da tradição mística dos árabes e dos hebreus.


Comento; Além do Rei do Baião, a Maçonaria, uma instituição milenar que se define como filosófica, filantrópica, educativa e progressista, contou com vários cantores e compositores famosos como irmãos maçons, dentre eles: Pixinguinha, a dupla Alvarenga e Ranchinho(Homero de Souza Campos), Tonico da dupla Tonico e Tinoco, o recentemente falecido Bob Nelson, Jorge Veiga, Lamartine Babo, Luis Vieira, Hervê Cordovil, Carequinha, Vicente Celestino, os Maestros Carlos Gomes, Guerra Peixe e Eleazar de Carvalho e o violonista Raphael Rabello, dentre outros.

Zé Rodrix, outro Maçon famoso, talvez tenha sido o mais dedicado e estudioso sobre o tema, chegou a escrever pelo menos três livros sobre assuntos da maçonaria.


Fontes; http://www.orientedesantos.com.br
http://www.lojasaopaulo43.com.br
www.fraternidaderionovense.com.br

Maçonaria e Cinema

Maçonaria e Cinema
Relacionamos aqui filmes que têm relação ou citam de alguma forma a Maçônaria Universal. A ordem de exibição é cronológica decrescente da produção dos filmes, e teve sua última atualização em 26/05/2005 Algumas sinopses foram retiradas do site http://www.2001video.com.br/.
A Lenda do Tesouro Perdido (National Treasure)EUA, 2004
Gênero: aventura
Diretor: Jon Turteltaub
Sinopse
Benjamin Franklin Gates (Nicolas Cage) é um caçador de tesouros, função que já está na 3ª geração em sua família. Durante toda sua vida Benjamin procurou um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. As investigações de Benjamin sobre a localização deste tesouro fazem com que ele descubra que existe um mapa codificado escondido na Declaração de Independência dos Estados Unidos. Só que para conseguir lê-lo Benjamin terá que enganar o FBI e roubar um dos documentos mais vigiados do país.
Maçonaria
Não dá para destacar passagens - o filme inteiro é uma grande referência à Ordem.
Do Inferno (From Hell)EUA, 2001
Gênero: suspense
Diretores: Albert e Allen Hughes
Sinopse
No tempo em que Jack, O Estripador atacava nas ruas de Londres, o terror reinava. A selvageria de seus assassinatos indicava insanidade, mas a precisão diabólica comprovava que havia um método em tal loucura. Johnny Depp e Heather Graham estrelam este triller intrigante, narrado com grande estilo, que aperta sua garganta de forma esmagadora e fere profundamente como uma faca afiada à medida que revela uma conspiração chocante que, segundo alegações, envolveu os grandes poderosos da Inglaterra daquela época.
Maçonaria
A Maçonaria aparece como pano de fundo para os assassinatos de Jack - ele próprio um maçom.
MAGNÓLIA (Magnolia)EUA, 1999
Gênero: drama
Diretor: Paul Thomas Anderson
Sinopse
Big Earl Partridge (Jason Robards) é um produtor de TV à beira da morte que deseja reencontrar o filho. Phill (Phillip Seymour Hoffman) é seu dedicado enfermeiro e Linda (Juliane Moore), sua jovem esposa. Frank (Tom Cruise), é um célebre guru machista, é o filho que Big Earl procura. Jimmy Gator (Philip Baker Hall) é o apresentador do famoso programa de TV que também está com câncer e procurando se entender com a filha Cláudia, cocainomaníaca. Stanley é um garoto-prodígio manipulado pelo pai oportunista. O ponto comum entre essa gente? Todos vivem num bairro de Los Angeles cortado por uma rua chamada Magnólia.
Maçonaria
Em uma das cenas, aparece um símbolo maçônico em uma enciclopédia, no instante em que um garoto estuda pela TV através de um game show. Em uma outra cena, um produtor de TV apóia sua mão no ombro do apresentador, mostrando um anel com símbolo maçônico, e dizendo "Nos encontramos entre o nível e o esquadro".
Fim dos Dias (End of Days)EUA, 1999
Gênero: terror
Diretor: Peter Hyams
Sinopse
Jericho Cane (Arnold Schwarzenegger) é um ex-policial que se vê diante de uma terrível luta entre a encarnação humana do demônio (Gabriel Byrne) e uma jovem e inocente mulher (Robin Tunney) escolhida para ser a mãe do Anticristo. À medida que os ponteiros do relógio avançam para a realização da profecia que pode levar ao fim do mundo, Jericho, sozinho; precisa proteger essa garota e livrar toda a humanidade de um destino completamente apavorante.
Maçonaria
Em determinado momento Jericho diz: "Agora este amuleto é da ordem maçônica do antigo sub-heredom dos Cavaleiros do Vaticano, Cavaleiros do Olho Sagrado. Eles aguardam a volta do anjo negro à Terra."
Teoria da Conspiração (Conspiracy Theory)EUA, 1997
Gênero: suspense
Diretor: Richard Donner
Sinopse
O motorista de táxi Jerry Fletcher (Mel Gibson) acredita que o mundo em que vivemos está repleto de perigosas e assustadoras conspirações. Sua vida é uma loucura completa, sempre está em estado de alerta...sempre pronto para o pior. O emprego como motorista é apenas uma fachada para seu verdadeiro trabalho: reunir informações sobre novas ameaças ao redor do mundo e reuni-las em um informativo chamado "Teoria da Conspiração". Ningúem nunca se importou com as idéias absurdas de Jerry - até então. Perseguido por inimigos desconhecidos, Jerry sabe que finalmente desmascarou uma conspiração de verdade. Agora sua única chance de sobreviver é contar com a ajuda da advogada Alice Sutton (Julia Roberts), para descobrir qual a verdade que deve ser revelada ao mundo.
Maçonaria
Em uma das cenas, Mel Gibson diz: "Os Maçons estão tentando melhorar o mundo. George Bush é maçom, grau 33."
Como Água Para Chocolate México, 1992
Gênero: Drama
Diretor: Alfonso Arau
Sinopse
Baseado em romance do mesmo nome de Laura Esquivel, Como Água para Chocolate acompanha a história de um camponês chamado Pedro (Marco Leonardi) que, em 1910, em plena Revolução Mexicana, se apaixona por Titi (Lumi Cavazos). Ele quer voltar para a Guerra, mas ela o enfeitiça com seu amor e seus dotes culinários. Podia ser apenas mais uma história de amor, mas se trata de um dos mais belos filmes do cinema latino-americano em todos os tempos. Foi a produção estrangeira de maior bilheteria nos Estados Unidos em 1993.
MaçonariaRitual fúnebre de corpo presente; explicações sobre o sentido da vida com símbolos que remetem à maçonaria.
Peggy Sue - O passado a espera (Peggy Sue got married) EUA, 1986
Gênero: comédia
Diretor: Francis Ford Coppola
Sinopse
Peggy Sue (Kathleen Turner), mãe, divorciando-se de Charlie Bodell (Nicolas Cage) aos 43 anos de idade, ao organizar uma festa de ex-alunos da Escola, volta no tempo. Apesar de poder redirecionar sua vida, acaba fazendo as mesmas escolhas.
Maçonaria
O avô de Peggy pertence à Loja dos viajantes do tempo, mostrando um ritual da mesma.
Revelações Perigosas (Secrets)Inglaterra, 1983
Gênero: drama
Diretor: Gavin Millar
Sinopse
História de uma gartota de 13 anos, Louise (Anna Jones), que vive com sua mãe (Helen Lindsay). Louise descobre que seu falecido pai possuía documentos secretos, e, através de sua curiosidade, descobre que o mesmo era Maçom. O filme foi feito para uma série da televisão inglesa, "First Love", e não há registro de ter sido lançado em vídeo ou DVD.
Maçonaria
Louise tenta explicar às suas amigas o que é a Maçonaria, além de tentar repetir seus rituais.
Independência ou MorteBrasil, 1972
Gênero: histórico
Diretor: Carlos Coimbra
Sinopse
Tendo como ponto de partida o dia da abdicação de D. Pedro I (Tarcísio Meira), é traçado um perfil do monarca, desde quando ainda menino veio da Europa, quando sua família fugia das tropas napoleônicas e sua ascensão à Príncipe Regente, quando D. João VI (Manuel da Nóbrega) retornou para Portugal. Em pouco tempo a situação política torna-se insustentável e o regente proclama a independência, mas seu envolvimento extraconjugal com a futura Marquesa de Santos (Glória Menezes) provoca oposição em diversos setores e José Bonifácio de Andrada e Silva (Dionísio Azevedo) pede demissão do Ministério, mas este não seria o único caso, que ministros e nobres entrariam em choque com o imperador por causa da marquesa, que permanentemente influenciava as decisões do soberano, mas tudo isto causava um inevitável desgaste político.
Maçonaria
Cenas da Iniciação de Dom Pedro, do discurso de Gonçalves Ledo, do fechamento do Grande Oriente.
Assassinato por Decreto (Murder by Decree)Inglaterra - Canadá, 1979
Gênero: ação
Diretor: Bob Clark
Sinopse
Sherlock Holmes (Christopher Plummer), auxiliado pelo Dr. Watson (James Mason), tenta decifrar as pistas que levarão ao assassino Jack, o Estripador, mas, descobre uma conspiração para acobertá-lo.
Maçonaria
Dentre os amigos que tantam acobertar Jack, vários são maçons.
O Homem Que Queria Ser Rei (The Man Who Would Be King)Inglaterra - EUA, 1975
Gênero: aventura
Diretor: John Huston
Sinopse
Daniel Dravot (Sean Connery) e Peachy Carnehan (Michael Caine) são dois amigos que firmam um contrato um com o outro: viajar para um país distante, Kafiristan, e ajudar os líderes locais a vencerem seus inimigos. Quando tiverem conseguido seu intento, eles derrubariam estes 'líderes' e se tornariam os reis da região. Em caso de perigo, um deve ajudar o outro, reza o contrato, assinado por ambos e por uma testemunha: o editor de um pequeno jornal, Rudyard Kipling (Christopher Plummer).
Maçonaria
No início do filme, Carnehan rouba um relógio de Kipling e, ao abrir o mesmo, vê que são Irmãos... Se identificam como maçons... a partir daí, o filme passa à aventura até que se descobrem em uma tribo perdida cujo último grande Rei teria sido Alexandre o Grande.
Horizonte Perdido (Lost Horizon)EUA, 1937
Gênero: aventura
Diretor: Frank Capra
Sinopse
O diplomata inglês Robert Conwal (Ronald Colman) e outros sobreviventes de um desastre aéreo chegam à cidade perdida de Shangri-lá, nos Montes Himalaias. Isolados do mundo em guerra, os habitantes da cidade têm um mistério e motivos para não sairem de lá.
Maçonaria
Alexander (Edward Everett Horton) diz: "Eu encontrei um manuscrito que explica o significado oculto por trás de todos os símbolos maçônicos".